Tarso diz que libertação de Dantas não compromete ação da PF

Será piada é para RIR ?

Ministro da Justiça diz que grupo dificilmente se reunirá de novo para cometer crimes e que ação foi ‘vitoriosa. Sim vitoriosa para eles que mostraram que a justiça rápida é dos ricos.

BRASÍLIA - O ministro da Justiça, Tarso Genro, voltou a defender nesta quinta-feira, 10, a atuação da Polícia Federal (PF) na Operação Satiagraha, que culminou com as prisões do sócio-fundador do banco Opportunity, Daniel Dantas, do investidor Naji Nahas e do ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta. Tarso afirmou que a libertação do banqueiro e de dirigentes da instituição não compromete a ação da PF.

Pergunta você acha que fica preso

  • Quem movimenta 21milhões?
  • Quem tem sociedade em 150 empresas?
  • Quem foi prefeito e sabe de muitas coisas sobre muitos poderosos ?
  • Será que não vale a pena negociar(roubar) o dinheiro do brasil?

E com tudo isso vamos colocar no mesmo lugar todas as pessoas que roubam e cometem crimes, onde esta.

  • Onde esta Juiz Lalau?
  • José dirceu?
  • Anões do orçamento?
  • Stedile do mst?
  • Daniel Dantas?

E muitas outras pessoas de bom poder aquisitivo.que pilham e roubam descaradamente o povo,pois sabem que não acontece nada,além de uma bela agitação de midia.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu habeas-corpus para Dantas, sua irmã, Verônica, e mais nove pessoas ligadas ao banco Opportunity na noite de quarta-feira. Nahas e Pitta não foram beneficiados pela decisão e seguem presos. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontou Maria Alice Dantas, mulher do banqueiro do Opportunity, Daniel Dantas, como “laranja” do grupo. Ela movimentou R$ 21 milhões do esquema. Verônica, irmã do banqueiro, aparece como “sócia” de 150 empresas. “Deparamos com uma organização criminosa muito bem estruturada, que mantém pessoas infiltradas em diversos órgãos”, disse na última terça-feira o delegado Protógenes Queiroz, encarregado da investigação.

“Não são prisões arbitrárias. Elas são fruto da articulação da Polícia com o Ministério Público e a Justiça. Não há arbitrariedade nem festejamento das prisões”, disse o ministro, numa clara resposta às críticas que tem sido feitas pelo presidente do Supremo, que acusou a polícia de usar métodos “fascistas”.